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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Mudanças no Banco BMG



          Machucado pelo envolvimento no escândalo do mensalão, de um ano para cá o banco BMG vem passando por uma plástica completa. Primeiro, tornou-se sócio do Itaú numa nova instituição, focada no crédito consignado. Na sequência, a família Pentagna Guimarães saiu de cena e contratou dois executivos de nome no mercado para tocar o banco. Agora, a última etapa da mudança de identidade: depois de 80 anos em Belo Horizonte, o BMG muda sua matriz para São Paulo.

          O BMG escolheu um dos edifícios de escritório mais imponentes da cidade, na avenida Brigadeiro Faria Lima, ao lado dos bancos mais importantes do País. Quer se apresentar ao público e ao mercado como uma empresa renovada, voltada para o futuro e distante daquele banco que teve problemas com a Justiça por conta da ligação com o PT e com as empresas de Marcos Valério.
          A partir de São Paulo, o BMG pretende se lançar num projeto de diversificação. A meta é pular, no espaço de três anos, do 13.º para o 10.º lugar no ranking dos bancos – medido pelo volume de operações de crédito. Para isso, a instituição, que é líder no segmento de crédito consignado entre os bancos privados, vai apostar em outras três frentes: empréstimos a empresas, cartões de crédito e financiamento habitacional.
          “Crescer no ranking não é fácil, sabemos disso. Tem muita gente forte na frente e outro grupo logo atrás querendo nos ultrapassar “, afirma Antonio Hermann, presidente do banco contratado em novembro do ano passado, quando os controladores decidiram profissionalizar a instituição.
          Junto com ele chegou Alcides Tápias, um dos executivos mais respeitados do mercado e ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, para presidir o conselho de administração do BMG.
           Lucro. Até agora, o plano traçado pela instituição parece caminhar bem.O banco anunciou lucro de R$ 223 milhões no segundo trimestre do ano, seu recorde para o período. A associação com o Itaú abriu as portas de outras instituições, o que ajudou a reduzir o custo de captação do BMG – o drama de todo banco de médio porte. A própria mudança para São Paulo, que já estava nos planos desde a profissionalização, foi antecipada em cerca de seis meses graças a um negócio de ocasião, provocado pela derrocada de um concorrente.            A nova sede foi montada em um andar e meio do Pátio Victor Malzoni, um dos prédios de escritórios mais caros de São Paulo, onde já estão o banco de investimento BTG Pactual e o Google. Esse imóvel estava alugado para o banco BVA, que já tinha tudo pronto para mudar quando sofreu intervenção e depois foi liquidado pelo Banco Central.
          O BMG alugou a área e comprou os móveis, os computadores e todos os aparelhos deixados para trás pelo BVA. Ali serão acomodadas cerca de 600 pessoas, até então instaladas em Belo Horizonte e na filial de São Paulo, na região da avenida Paulista. “Estamos melhorando a estrutura e agora vamos desenvolver outras atividades”, afirma Tápias.
          Planos. Das três apostas para o futuro, a operação no segmento de financiamento habitacional é a única que vai começar do zero. No ramo de cartão de crédito consignado (com desconto direto na folha de pagamento), o banco já tem uma carteira de R$ 1 bilhão e cerca de 700 mil usuários, e pretende dobrar esses números até 2015.
          E a expansão da operação de empréstimo a empresas, que já era tradicional no banco, começou pelo avesso. Essa carteira passou por um processo de depuração, que reduziu seu volume de R$ 2,5 bilhões para US$ 1 bilhão. “Agora essa carteira está sadia e pronta para crescer. Mas sem pressa, porque a situação (da economia) é delicada”, afirma Hermann. A meta é chegar aos R$ 3,5 bilhões em financiamento a empresas até 2015.
           Para um banco que até o meio do ano passado estava sendo negociado com o Bradesco e com o BTG Pactual, é um progresso e tanto. A família Pentagna Guimarães queria continuar no negócio, mas enfrentava uma crise de liquidez que também afetava outras instituições de médio porte. Foi aí que surgiu o Itaú, com uma proposta diferente: em vez da compra, ofereceram uma parceria.
A intermediação foi feita por Hermann e Tápias, que são sócios numa empresa de consultoria. Essa parceria tornou-se a âncora da tentativa de reinvenção do BMG. “Está dando certo. É gostoso ser sócio do Itaú”, diz Hermann.
( Por: David Friedlander )
Fontes: Blog Televendas/ O Estado de São Paulo ( por Afonso Bazolli ) -15/01/2014

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

INSS - Aposentadoria terá mudanças

           A partir de 02 de dezembro de 2013 Aposentadoria do INSS sofrerá mudanças com a Entrada da nova expectativa de vida dos brasileiros.

          A entrada da nova expectativa de vida altera fórmula e impõe novo prazo para benefício não sofrer desconto. O IBGE anuncia na próxima segunda-feira a nova tábua de expectativa de vida da população brasileira. O resultado afeta diretamente a composição do fator previdenciário que serve de base para o cálculo das aposentadorias do INSS. A previsão é que o instituto mostre que os brasileiros vão viver, em média, mais 40 dias. Consultores acreditam que o IBGE não registrará grandes alterações na tábua, mas a expectativa de vida do brasileiro deve aumentar, em média, em 40 dias, como ocorreu em anos anteriores.
           Os 40 dias vão mexer na estatística atual de que os brasileiros vivem, em média, 74,8 anos. Homens vão até os 71,3 anos e as mulheres até 78,5 anos, de acordo com o IBGE.
           O aumento da expectativa de vida agravará o quadro de perda com o fator no cálculo das aposentadorias. Hoje, o mecanismo provoca redução de até 40% nas aposentadorias. O cálculo foi adotado em 1999 para forçar o trabalhador a ficar mais tempo na ativa, retardando o pedido de benefício. Considera tempo de contribuição, idade e expectativa de vida do segurado. Quanto mais novo o trabalhador pede aposentadoria menos ele recebe.
           Para evitar mais perdas o trabalhador que completou as condições para se aposentar por tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 anos, para mulheres) deve fazer o pedido de concessão até sábado (30.11.2013). Assim, ele conseguiria driblar desconto maior do fator. O agendamento da concessão pode ser feito no www.previdencia.gov.br) ou pela Central 135. Apesar da mudança do fator ocorrer na virada do mês, o INSS considera a data do pedido de agendamento, mesmo que o atendimento no posto ocorra dias depois. Se o pedido for feito até o próximo sábado, o trabalhador garante o cálculo do benefício com o fator antes da alteração da tábua de expectativa de vida da população.



 Fonte: O Dia - 27/11/2013 

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Portabilidade e Compra de Dívidas

          Julgamos oportuno abordar o tema, pois muitos consumidores  desconhecem seu direito de fazer uma portabilidade de crédito, assim como telefones fixos e celulares, planos de saúde, imóveis, entre outros. Os contratos de empréstimo consignados, ou débito em folha, podem ter a dívida transferida para outro Banco, conseguindo melhores juros, prazo e retorno financeiro.
          A  garantia do processo de compra, orientação e recursos financeiros para qualquer Banco é feita de forma simples através da Jamilcredi empréstimos incluindo orientações específicas para obtenção de boletos ou facilidades, haja vista que, cada instituição tem as próprias normas para atendimento ao consumidor. A operação é concretizada depois da negociação de novas condições com o cliente, que tem o débito quitado pelo Banco escolhido.
           Segundo o Banco Central do Brasil, as operações de portabilidade ainda são pouco procuradas pelos clientes e não são muito difundidas. Normalmente o cliente que opta por esse recurso consegue vantagens que o simples refinanciamento da dívida não traria, obtendo poder de negociação e competitividade.
           A pesquisa e orientação qualificada são fundamentais para  um bom negócio, pois os prazos, condições, coeficientes, valores mínimos , quantidade de parcelas pagas variam bastante.







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