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domingo, 17 de agosto de 2014

Crédito Consignado está em alta

Crédito Consignado continua sendo a melhor opção em taxas

     A conjuntura econômica no Brasil nos últimos anos e a política de aumentos na taxa Selic  deixaram o custo do dinheiro mais caro desde o final de 2012 e tornaram o crédito consignado uma opção cada vez mais atrativa para os brasileiros. Os juros são menores na comparação com outras formas de empréstimo. Já para as instituições financeiras, o risco de inadimplência é menor, visto que o pagamento das parcelas ocorre por desconto na folha de pagamento de convênios privados, funcionários públicos, INSS, pensionistas ou aposentados.

     A quantidade de usuários do crédito consignado cresce acima da média na comparação com outras modalidades. No final de 2012, em todo o Brasil, segundo dados do Banco Central, a opção movimentava R$ 188,8 bilhões. Em maio deste ano, foram R$ 235 bilhões, sendo R$ 145,1 bilhões junto a funcionários públicos, outros R$ 71,2 bilhões entre beneficiários do INSS e R$ 18,6 bilhões perante trabalhadores da iniciativa privada. Apenas nos últimos 12 meses, a expansão no volume da alternativa é de 13,6%. Nesse período, o crédito não consignado evoluiu 7,2% e o cheque especial subiu 1,2%.


     Uma série de instituições financeiras tem se beneficiado desse cenário. No Banrisul, por exemplo, a carteira de crédito consignado representa quase 30% do volume de empréstimos concedidos. No momento, os recursos liberados no Estado ultrapassam R$ 8 bilhões, atingindo cerca de 1 milhão de pessoas e a projeção aponta aumento na demanda. O crédito consignado vem aumentando em várias Instituições Financeiras.

     Ainda que as taxas do empréstimo consignado tenham sofrido reajustes nos últimos meses, acompanhando a trajetória da Selic, o percentual cobrado fica abaixo dos demais produtos oferecidos no mercado.
 De acordo com as estatísticas do Banco Central, os juros do consignado variam de 0,41% a 6,7% ao mês, enquanto outros oscila entre 1,84% e 22% ao mês, dependendo do banco.

     Muitas pessoas aproveitam para utilizar o consignado em projetos próprios, viagem ou  para quitar dívidas com cartão de crédito e cheque especial. Essa alternativa ajuda a trocar uma dívida de custo mais alto por uma de menor peso. Organize seu orçamento e evite comprometimento excessivo.

    Lembramos que em breve estaremos operando também para os SERVIDORES PÚBLICOS DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO
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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Dicas financeiras de planejamento para enfrentar a velhice


          No Brasil, o custo anual da velhice pode ultrapassar o preço de um carro de luxo. Foi o que o iG constatou quanto às despesas com um idoso que necessite de atenção 24 horas por dia: os serviços de cuidadores chegam a sair até R$ 144 mil ao ano. Vale ressaltar, para comparação, que um carro Audi A3, modelo 2014, é vendido no País por cerca de R$ 120 mil.

Em pouco mais de 15 anos, a participação dos idosos na população brasileira será quase igual à dos jovens, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na pesquisa Tábuas da Mortalidade, do final de 2013.

Também divulgado no ano passado, o Censo de 2010 faz previsões além de 2030 e afirma que em 2060 o Brasil terá quatro vezes mais pessoas acima de 65 anos do que tem hoje.

Segundo o órgão, a população com essa faixa etária deve quase quadruplicar, de 14,9 milhões (7,4% do total), em 2013, para 58,4 milhões (26,7%), em 2060. E, atrelado a todos esses números ainda está o da expectativa de vida: o mesmo IBGE já constatou que a expectativa de vida do brasileiro aumentou 25,4 anos no período entre 1960 e 2010, passando de 48 para 73,4 anos no Censo de 2010.




Se, com todos esses dados, você começou a se preocupar em garantir a qualidade da sua velhice, pare e pense: e a dos seus pais, já está bem encaminhada?

Independentemente de sua mãe e seu pai se aposentarem por idade (65 anos para homens e 60 para mulheres) ou por tempo de contribuição (35 anos para homens, 30 para mulheres), eles podem precisar da sua ajuda na medida em que envelhecerem. A velhice, e as doenças que com ela podem surgir, é uma verdadeira caixa de surpresas.

No Brasil, um aposentado que ganha o benefício mínimo, equivalente a um salário mínimo – R$ 722,90 por mês – não tem condições de arcar com os vários gastos decorrentes da velhice, como medicamentos, idas ao médico e a laboratórios particulares para fazer exames. Mesmo um beneficiário do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que ganhe o teto de R$ 4.396 pode ter dificuldades e precisar recorrer ao Serviço Único de Saúde (SUS).

Em um levantamento feito pelo iG em São Paulo, com ajuda do geriatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Clineu Almada, e de empresas especializadas em idosos, só os medicamentos já assustam. Na Ultrafarma, rede de farmácias, o ticket médio de gasto com remédios é de R$ 105,63, sendo que 75% dos clientes são idosos. Ou seja, por ano, um idoso é capaz de gastar mais de R$ 1.200 em medicamentos.

Já os exames de rotina – de sangue e de imagem, feitos anualmente – em um laboratório particular sairiam por cerca de R$ 3.871 segundo dados do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica. Isso sem contar a consulta ao geriatra, que, em São Paulo, pode variar de R$ 400 a R$ 1 mil por encontro de acordo com Almada.

Se preferir investir em um plano de saúde, a família também pode enfrentar dificuldades: o plano individual Medial 115, da Amil, para maiores de 59 anos, que dá direito a quarto privativo em internação, custa R$ 3.685,55 por pessoa em contratos individuais, e R$ 2.579 para os familiares.

Almada ressalta que a população idosa – acima de 60 anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – é bastante heterogênea e que, por isso, os custos da velhice podem variar muito e chegar a valores ainda maiores do que os básicos remédios e planos de saúde. Uma pessoa mais velha, considerada saudável, vai gastar menos do que alguém com alguma perda de funcionalidade, e que se torna dependente de terceiros.

Já uma casa de repouso, como a Residencial Sênior, na capital paulista, custa de R$ 3 mil a R$ 5 mil por mês – em torno de R$ 36 mil por ano, podendo alcançar facilmente a casa dos R$ 60 mil. Nestes valores estão inclusos, por exemplo, refeições e consultas com geriatra e nutricionista, além de várias outras atividades terapêuticas, mas gastos com medicamentos, por exemplo, são cobrados à parte por alguns desses locais.

Em São Paulo, contratar cuidadores que passem 24 horas por dia com um idoso pode chegar a R$ 12 mil por mês, ou R$ 144 mil por ano, segundo a Right at Home, considerada uma agência de preços medianos. O turno de 12 horas pode variar de R$ 187 a R$ 215.

Pais que um dia vão virar filhos

O educador financeiro do instituto Dsop, Reinaldo Domingos, ressalta a importância de os filhos começarem a pensar o quanto antes se vão precisar e como poderão ajudar seus pais quando estes envelhecerem. Segundo o especialista, menos de 1% dos aposentados pelo INSS são independentes financeiramente e, quando não contam com o auxílio de familiares – a maioria sim –, dependem de caridade ou não conseguem deixar de trabalhar.

“As pessoas pensam na assistência médica dos filhos, delas próprias, mas não refletem sobre os pais, que podem se transformar em um grande problema financeiro no futuro”, afirma Domingos. Para os filhos que desejam se preparar para ajudar seus pais quando estes chegarem à velhice, o educador recomenda que comecem com uma análise da sua própria situação, como estão suas reservas e como o orçamento pode render mais. Enfim, fazer um verdadeiro diagnóstico financeiro.

Estando na condição de investir em uma aposentadoria sustentável para seus pais, que vá além dos gastos com saúde e cuidados pessoais, e englobe também o lazer deles, os filhos devem começar a poupar. Quanto antes, melhor. “Assim como é preciso destinar uma parte do dinheiro para os filhos para a faculdade, para comprar um carro ou mesmo para suas aposentadorias, é necessário pensar no pai e na mãe que podem se tornar filhos um dia se não tiverem condições de se financiar”, diz Domingos.

O educador sugere que, desde cedo, os filhos busquem um plano de saúde, mesmo que sejam mais baratos e só para idosos, para ajudar a diluir alguns custos da velhice com idas frequentes ao médico e exames, dos simples aos mais complexos.

Quando chegam à velhice, os pais podem ter dezenas ou nenhuma doença, grave ou não, e por isso Domingos recomenda que os filhos protejam suas finanças. “Diante da gravidade da situação, depender exclusivamente do SUS pode ser demorado e um filho pode até quebrar financeiramente tentando salvar a vida dos pais”, ressalta.

Vale lembrar que todos os planos de saúde possuem um período de carência de 24 meses para doenças pré-existentes, e que deixar para contratar um só quando a doença surgir pode acabar saindo muito mais caro. Outra alternativa que ele sugere é de criar um plano de previdência para os pais ou investir em títulos de longo prazo do Tesouro Direto.

“É preciso projetar esse futuro. Se você começar a planejar hoje é possível adequar o investimento a sua realidade e não ser surpreendido pela necessidade de ajudar o pai ou a mãe. Se você não usar, ótimo, o dinheiro pode se tornar seu, para que sua aposentadoria seja sustentável no futuro”, explica Domingos.

O educador financeiro sugere, ainda, que as pessoas tentem separar de 5% a 6% dos seus ganhos líquidos mensais para arcar com um plano de saúde e outros custos que possam surgir com a velhice dos pais. “Se deixar para o futuro, o filho é quem vai pagar a conta. “Todo mundo tem ideia de quanto custa, sentimentalmente, perder um pai ou uma mãe”, destaca.

O ideal, segundo o especialista, é que os filhos poupem para os pais com, no mínimo, 10 anos de antecedência. Quanto mais tempo, melhor. No curto prazo, segundo Domingos, há pouco o que fazer.

Nesses casos, o melhor é ir atrás de algum bem que possa ser vendido e transformá-lo em uma poupança, ou mudar os pais de uma casa maior para uma menor, por exemplo. “Quanto menos tempo se tiver para poupar, maior será o esforço e o risco”, conclui.
Fonte: Ig Notícias - 30/07/2014 #dicas
Imagens Google

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Dicas para estudar para Concursos Públicos

Como estudar sozinho para prestar Concursos Públicos


Para estudar sozinho em casa é preciso ter muita disciplina. Por isso, elaboramos algumas dicas para ajudar você a se preparar para as provas que estão por vir:



  1. Autocontrole: estipule horários fixos para comer e dormir. A realização dessas atividades em horários diferentes prejudica a ambientação do corpo e o rendimento. O sono é muito importante. O ideal é que o estudante durma oito horas por noite.
  2. Silêncio e claridade: um local simples e silencioso é o ideal para estudar. Quanto menos distrações estiverem presentes no ambiente, melhor. A luminosidade ajuda a tirar a sonolência, então, procure um local claro para realizar seus estudos.
  3. Parada obrigatória: respeitar os limites do corpo é importante. A concentração diminui a cada 50 minutos de estudos consecutivos. Por isso, é ideal parar 10 minutos por hora para descansar. Uma dica importante: às 11h, a capacidade de raciocínio atinge a potência máxima, por isso, estude o assunto mais importante do dia nesse horário.
  4. Exercite: fazer exercícios práticos ajuda a testar o aprendizado. Ao terminar os estudos, uma boa opção é redigir um texto com tudo que vier à cabeça sobre o assunto, sem se preocupar com coerência e pontuação. As anotações podem servir de resumo para as provas.
  5. Metas: Traçar metas é uma boa opção. Estipule quantos capítulos irá ler durante o período de estudo, isso estimula a motivação e ajuda na organização.
  6. Lazer: é importante que você também reserve um tempo para descansar e divertir-se aos fins de semana. Não deixe de se relacionar com as pessoas. Vá ao cinema, shows, festas, bares e peças teatrais, mas sem exageros.
  7. Acesse o site Qual Concurso.com
  8.  Acesse aqui video para saber como estudar sozinho

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